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Como andam suas Relações Familiares?

Olá pessoal, prazer em estar com vocês novamente!

Mas antes de falar dos sinais, quero convidá-los a uma breve reflexão: Como andam suas relações, familiares, profissionais, amizades,…?  Faço essa pergunta mesmo já imaginando uma parte da resposta, que deve ser algo parecido com… ‘Tudo bem, tenho vários amigos’ e imagino que você realmente os tenha, em uma dessas redes sociais bem conhecidas por todos nós. Ou seja, você assim como a maior parte da sociedade, mantém muitas relações ‘tecnológicas’. Mas o fato é que as relações atuais estão cada vez mais tecnológicas, e cada vez menos conectadas!

Eu realmente espero que você seja diferente, no sentido de ter sim vários amigos tecnológicos, mas também conseguir manter boas conexões e proximidade em grande parte das suas relações uma vez que a conexão e a proximidade geram consistência. Mas por que começamos falando de alta tecnologia, baixa conexão?

Porque estamos pouco conectados de forma geral, com o ser humano, com a natureza, com as coisas básicas. Temos cada vez menos tempo, mais preocupações com o trabalho, com as contas, com o dinheiro, com o que precisamos pagar, comprar…. e tudo isso diminui nossa conexão com as pessoas.

relações familiares

E de que forma percebemos isso em casa, no contexto familiar, com as nossas crianças?

Quando percebemos uma casa muito silenciosa, e esse é o meu primeiro alerta de que algo pode não estar indo bem. Atualmente é bem comum percebermos famílias que vivem em um ambiente no qual as pessoas pouco interagem umas com as outras, falam pouco, não se inter-relacionam.

Um dos maiores problemas desses ambientes é que a criança, não consegue desenvolver o essencial, que é sua habilidade social. Se o ambiente não troca com a criança, essa acaba tendo graves prejuízos no seu desenvolvimento, logo, podemos dizer que o silêncio demasiado aumenta o número de pessoas com problemas emocionais, ou seja, pessoas desprovidas da capacidade de demonstrar emoções.

Sabemos que o silêncio é importante para que as pessoas possam refletir sobre os acontecimentos e aprender com isso. Não falo aqui daquele silencio eventual (e necessário) mas sim do silêncio exagerado que se instala em função de uma grande superficialidade nas interações.

Outro sinal importante são as brigas. Obviamente todas as famílias brigam em algum momento. E claro, não são das brigas eventuais que se resolvem com uma boa conversa que me refiro aqui. Mas sim, falo daquela família que é silenciosa, pouco fala e quando fala é para brigar. Ou seja, as pessoas só sabem estabelecer diálogo na dor, pouco se manifestam e quando o fazem é para mostrar que estão insatisfeitas com algo. Os conflitos de se desenrolam com gritos, sem olho no olho!

Um ponto muito importante é que quando estamos em um conflito precisamos olhar no olho da criança, já que isso ajuda a criança a se sentir acolhida. Mais do que olhar no olho é importante expressar à criança que entendemos o que ela está sentindo, pois isso ajudará a mesma a se sentir acolhida já que estamos dando atenção a ela, aos seus sentimentos. E dizer que entendemos não quer dizer que concordamos ou discordamos, quer dizer sim que estamos ali e ajudaremos ela a lidar com aquela emoção!

As famílias precisam ser mais próximas, mais conectadas, construir seu propósito juntas.

Devemos lembrar que os filhos ajudam os pais a crescerem emocionalmente, mas principalmente os pais tem um papel fundamental no desenvolvimento emocional adequado dos seus filhos. Uma vez que decidimos ser pais, precisamos ter consciência de que é grande nossa responsabilidade não só na educação de um filho em particular, mas também como consequência na formação e desenvolvimento de uma sociedade.

Portanto fiquemos muito atentos a esses pequenos sinais!

 

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Texto:

educação

Beijos, :*

10 comments

  1. achei seu post bem legal e suoer pertinente. Família é uma coisa que temos que curtir e aproveitar. Por aqui tem coisas que fazemos sempre juntos, não somente em datas comemorativas, mas em dias comuns também.

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