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Métodos Contraceptivos: O que usar?

Oi mamães, tudo bem? Hoje vamos falar um pouco sobre métodos contraceptivos, não…não vou dar aulas ahaha, vou falar um pouco sobre o que temos disponíveis e como funcionam cada um deles…por mais que a gente saiba, é sempre bom saber cada vez mais né?

Eu sempre usei anticoncepcionais, desde os meus 15 anos eu acho…lembro que juntei um dinheiro junto com uma amiga, fui ao médico que me receitou a pílula e eu comecei a usar. É, em casa não falávamos muito sobre esses assuntos, acho que meus pais não tinham muito jeito, então busquei informações por mim mesma, não digo que seja certo ou errado, mas assim foi comigo e graças a Deus deu tudo certo!!!

Depois que tive o Lorenzo, comecei a tomar a pílula Cerazette – que é indicada para aquelas mães que estão amamentando, pois não interferem no leite e nem prejudicam o baby. Depois de 6 meses de uso, e já sei amamentar, minha ginecologista me indicou voltar ao comprimido que tomava antes da gravidez (Tâmisa). Tentei por trinta dias, e sabem o início de gravidez (de algumas) onde enjoamos por tudo? Era exatamente assim que eu me sentia. Pensava no remédio, e já ficava com o estômago enjoado…comecei a “esquecer” até que decidi que não daria mais para tomar, não me adaptei, não conseguia mais forçar. Mas e agora? O que fazemos? Não tomar nada e somente utilizar camisinha, além de ser ruim (miiiiiiiinha opinião) não é tão seguro assim né?

O que usar, então?

Comecei a pesquisar os métodos para ver qual poderia se encaixar, e levar as opções para minha ginecologista. É gente, não podemos escolher sozinhas, precisamos conversar com especialistas que já nos conhecem para juntos acharmos uma melhor forma de proteção.

métodos contraceptivos

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Além das camisinhas masculina e feminina (esta nunca usei, alguém já usou?) vamos ver outros métodos:

  1. Diafragma: O diafragma é um método anticoncepcional feminino que consiste em uma cúpula flexível de silicone, com um lado côncavo e outro convexo, que precisa ser colocado à frente do colo do útero. Ao contrário da camisinha feminina, o diafragma não cobre toda a mucosa da vagina, não sendo, portanto, um método anticoncepcional capaz de prevenir doenças sexualmente transmissíveis. O diafragma não é descartado após cado ato sexual. Após removido, ele pode ser lavado e utilizado novamente em outras relações sexuais.
  2. Esponja Vaginal: A esponja contraceptiva é um dispositivo macio, em forma de disco, feito de espuma de poliuretano e com uma alça para facilitar a sua remoção. A esponja já vem com espermicida e deve ser molhada antes de ser inserida na vagina. A esponja só deve ser retirada após 6 horas da última relação sexual, podendo permanecer dentro da vagina por até 30 horas. Não é preciso trocar a esponja se mais de uma relação sexual ocorrer dentro do prazo de 24 horas. (chatinho né?).
  3. Anticoncepcional Injetável: O anticoncepcional hormonal também pode ser administrado pela via injetável em intervalos de 30 ou 90 dias, dependo da marca utilizada. Existem anticoncepcionais injetáveis compostos apenas por progesterona, como o acetato de medroxiprogesterona, e outros compostos por progesterona e estrogênio, como o acetato de medroxiprogesterona + cipionato de estradiol. O anticoncepcional injetável pode ser encontrado sob a forma de administração intramuscular ou subcutânea. Em geral, a aplicação é feita pelo ginecologista no consultório ou por uma enfermeira no posto de saúde. As administrações costumam ser agendadas para que a mulher tenha um maior controle das datas limites. A eficácia dos anticoncepcionais com administração mensal ou trimestral é igual, mas este último é mais cômodo, pois protege por mais tempo e são necessárias apenas 4 aplicações por ano.
  4. Adesivo: Outra opção para quem pretende utilizar um contraceptivo hormonal, mas não quer levar picadas de agulha e não deseja ter o incômodo de tomar comprimidos todos os dias, é o adesivo anticoncepcional, um produto comercializado sob o nome de Evra (norelgestromina + etilenoestradiol). Como o próprio nome diz, esta forma de contracepção é um adesivo, de formato quadrado com cerca de 4,5 cm x 4,5 cm, que deve ser aplicado à pele e substituído por um novo a cada 7 dias. Depois de 3 semanas, a mulher deve dar uma pausa de 1 semana para menstruar.
  5. Implante Anticoncepcional: O implante anticoncepcional é atualmente o método contraceptivo com a maior taxa de eficácia, com cerca de 99,95% de sucesso. Esta forma de contracepção hormonal se baseia na implantação subcutânea de um fino bastão de plástico com etonogestrel, uma forma sintética de progesterona, em seu interior. O bastão fica por baixo da pele e libera de forma lenta e contínua o hormônio para a circulação sanguínea. O bastão é implantado no consultório do ginecologista e necessita apenas de anestesia local.  O local escolhido costuma ser a parte interna do braço e o procedimento dura 2 ou 3 minutos apenas. O efeito contraceptivo do implante tem duração de 3 anos, sendo um método bastante confortável para quem deseja uma contracepção prolongada, mas não definitiva.
  6. DIU: O DIU é um pequeno dispositivo de plástico em forma de T, que deve ser implantado dentro do útero da mulher, através da vagina, pelo médico ginecologista durante uma consulta. O procedimento de colocação é simples e rápido. Existem 2 tipos de DIU: o DIU revestido de cobre e o DIU revestido por hormônio progesterona, chamado de DIU Mirena. Uma vez implantado, o DIU pode permanecer no útero por até 5 anos no caso do DIU Mirena, ou 10 anos no caso do DIU de cobre. O DIU é um método contraceptivo de longa duração, mas rapidamente reversível com a retirada do mesmo, caso seja necessário.

Qual destas todas escolher?

Vocês viram que temos diversas formas né? Bom, eu junto com a médica, decidi testar a injeção mensal. Não tem muitos efeitos colaterais, vamos testar por 3 meses para ver se meu corpo de adapta. Tomara que sim, pois me pareceu muito simples e rápida – para mim que não tenho problemas com injeções né ahahaha.

Vou começar a usar este mês, caso sinta algo de diferente venho aqui relatar para vocês como está o andamento.

Mas vale lembrar, assim como todo método, no primeiro mês devemos continuar utilizando camisinha porque o corpo ainda está absorvendo os hormônios e não está 100% protegido contra gravidez indesejada. E claro, para se proteger de doenças sexualmente transmissíveis o uso da camisinha é indispensável né gente 😉

 

Esperam que tenham gostado das dicas de hoje, se quiserem ler mais sobre outros métodos acessem o site do Ministério da Saúde e se informem.

Beijos, :*

8 comments

  1. Adorei seu post, muito bom falar sobre isso!
    Eu estou usando Ciclo 21 no momento.
    Já estou passando para a terceira cartela, por enquanto não tenho muito o que reclamar, a não ser alguns incômodos, que são normais nos efeitos colaterais.
    Já usei a injeção mensal Mesigyna, não tive uma experiência muito legal, pois o local ficava bastante dolorido por 3 dias e a aplicação ardia muito.
    Mas tomara que dê certo para você a que você vai usar.

    Bjos
    http://www.maternizando.com/

  2. Muitas opções pra se proteger, eu iniciei com a pilula com recomendação médica também, até mesmo pra não ter problemas depois
    Bjs

    mamaenathan.blogspot.com

  3. Eu parei o ac comprimido por medo e pelas mudanças hormonais q estava tendo. Mas preciso outro urgente, gostaria de testar o DIU, vamos ver se vai dar certo pra mim!!

  4. Adorei as explicações. Eu sempre estou conversando com a minha médica, mudando os métodos para melhor adaptar. Parabéns. Beijos

  5. Adorei seus posts! Falando em anticoncepcionais, vou te falar que após tantos casos de trombose pelo uso das pílulas, tô querendo começar a usar injeção. Você conhece a Cyclofemina? Encontrei nesse site a bula http://cyclofemina.com.br/ mas queria saber mais sobre ela, experiências pessoais. Agradeço desde já sua atenção! Beijos

    1. Oi Marta. Esta não conheço, também sempre utilizei pílulas, este mês optei pela injeção – a Mesigyna. Achei bem dolorida viu ahahaha…mas somente isto, a princípio tudo certo. Obrigada pela interação, beijos.

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