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assoalho pélvico
Mãe & Mulher

Como está o seu Assoalho Pélvico?

Hoje quero falar com vocês, não sobre a vida do bebê ou o que ele anda fazendo de fofo por aí, vamos falar um pouco sobre o assoalho pélvico. Quando engravidei, e mesmo durante a gravidez, confesso que buscar informações sobre isso não passou pela minha cabeça. Até lia sobre exercícios, mas são tantas questões que temos de pensar e ver, que o assoalho pélvico passou totalmente despercebido.

O que é o Assoalho Pélvico?

O fundo da pelve óssea (bacia) termina numa cavidade em forma de funil chamada cavidade pélvica, que contém os órgãos pélvicos (útero, ovários, bexiga…). O fundo deste funil (que na mulher adulta tem cerca de 10cm de diâmetro, pouco menos no homem), é fechado por uma espécie de “cama elástica” chamada assoalho pélvico.

O assoalho pélvico é formado por cerca de 13 músculos, conhecidos em conjunto como musculatura do assoalho pélvico MAP), auxiliados por fáscias e ligamentos (que funcionam como elásticos biológicos).

A função de todo este conjunto é sustentar os órgãos pélvicos, como uma cama elástica sustenta o peso de alguém que pula sobre ela. Os elementos mais fortes e decisivos para este fim são os músculos.

assoalho pélvico

Como disse antes, não me preocupei em nada com este assunto durante a gravidez, só depois que meu filho nasceu, percebi o quanto isto é importante.

Meu parto foi normal, e como todo, fiz bastante esforço espurrando o neném para nascer. Logo nos primeiros dias e meses que ele nasceu, senti que minha pelve estava bem esfraquecida, segurar o xixi era algo quase impossível de ser feito. Conversei, então, com minha obstetra e ela disse que logo estaria tudo normal….já se passaram 15 meses e ainda sofro com o enfraquecimento do assoalho pélvico. Claro que hoje, não é tanto quanto nos primeiros dias, mas há situações em que penso: “Deus, não vou conseguir segurar”.

Mas porque isto acontece?

Quem sofre da chamada incontinência de esforço pode deixar escapar um pouco de xixi ao tossir, dar risada ou fazer exercícios. Estima-se que até 25 por cento das mães de primeira viagem sofram desse tipo de incontinência.
Eu acrescentaria, espirrar ahahaha. É engraçado, mas é bem incomodo e desconfortável passar por estas situações.

A incontinência de esforço — pequenos escapes de urina quando se corre, pula, faz esforço, tosse ou dá risada — é um problema que atinge um enorme número de mulheres nas semanas seguintes ao parto, embora quase ninguém fale sobre ele. É que os tecidos e músculos que suportam seu útero, sua bexiga e seu intestino lacearam durante a gravidez e o parto, e agora precisam de tempo para se recuperar.

Como esses músculos do assoalho pélvico estão mais fracos, eles não conseguem contrair perfeitamente o esfíncter que fecha a bexiga e impede a saída do xixi. Os escapes podem ser só de algumas gotas ou o suficiente para molhar a roupa. Como você tem mesmo que usar absorventes para o sangramento pós-parto, eles devem dar conta de um possível escape de urina. Troque-os com frequência.
Normalmente esses escapes param de acontecer depois de algumas semanas. Na época da sua consulta do pós-parto, mais ou menos seis semanas depois do nascimento, mencione o problema ao médico se ele ainda estiver acontecendo.
Em alguns casos, os escapes podem se prolongar por mais tempo, e aí são necessários tratamentos específicos. (texto completo aqui).

O que fazer agora?

Bom, eu já tenho sofrido bastante com este problema, e voltarei a procurar minha ginecologista para saber qual o próximo passo, já que passamos há mais de 12 meses do parto e parece que o problema não será resolvido tão fácil. Existem vários exercícios que podemos fazer, antes da gravidez para que o pós-parto não seja tão ruim, eu agora terei de correr atrás do prejuízo. Assim que eu tiver notícias do tratamento que farei, vou dividir aqui com vocês.

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E vocês? Sofreram com o pós-parto? Tiveram algum tipo de problema no assoalho pélvico? Me contem, estou precisando de ajuda.

Beijos, :**

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